exercício de paixão

9 dez

vinte e seis anos atrás (tenho coisa mais antiga ainda, creia-me), escrevia poemas de tudo que é tipo, forma e cor: rimados e sem rima, com ritmos ligeiros e de pé quebrado. eram poemetos mais tolos do que os que escrevo agora, mas muito mais livres e, talvez, sinceros…

És puro verso que na veia escorre,
Um deus-sorriso que me arde a alma.
Na noite eterna que me esconde a vida,
Lamento a falta de um contato lento;
A voz que escuto não pertence ao vento,
Nem às paredes, a chance perdida.
Tampouco é minha essa cama calma.
Na tua ausência minha vida morre.

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Uma resposta to “exercício de paixão”

  1. celia julho 16, 2012 às 2:11 pm #

    Adoro seus versos, seus poemas e suas poesias. Acredito que dariam um ótimo livro, por que não editar?

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